Tiago Moita

Escritor, Poeta e Formador

Writer, Poet and Coach

TIAGO MOITA – UMA BIOGRAFIA BREVE

Tiago de Vasconcelos e Moita nasceu em Lisboa em Abril de 1975. Começou a dar os primeiros passos na Poesia a partir dos quinze anos em São João da Madeira – cidade onde vive actualmente desde os dez anos. Estudou Direito na Universidade Lusíada do Porto, onde publicou um dos muitos poemas e textos em prosa que escreveu nesse período, em 1998, no jornal da Associação Académica da Universidade, do qual foi principal colunista durante três anos e foi membro do E.L.S.A (European Law Students Association) entre 1998 e 2001. Participou em workshops de declamação poética e cursos de Storytelling e Escrita Criativa, entre 2004 e 2013, bem como participou em eventos culturais em Portugal e em Espanha. Publicou alguns dos seus poemas e textos em jornais e blogs e fez parte de alguns grupos e associações culturais da sua terra entre 2006 e 2010. A 20 de Maio de 2014, fundou, juntamente com o escritor e poeta Edmundo Silva, em São João da Madeira, as “Fugas Poéticas” e publicou alguns artigos nas revistas “Nova Águia” e “Biosofia” em 2018. Em 2018, foi jurado de um júri concelhio do Concurso Nacional de Leitura. O seu primeiro livro “Ecos Mudos” faz parte do acervo bibliográfico da Biblioteca Académica da Universidade de Princeton nos Estados Unidos da América desde 2019 e da Universidade Técnica de Brausweig na Alemanha desde 2022 e o seu romance de estreia “O Último Império” faz parte do acervo bibliográfico da Biblioteca Académica da Universidade de Glasgow na Escócia, Reino Unido, desde 2020 e da Universidade Técnica de Brausweig na Alemanha desde 2022, tal como a sua primeira obra. As suas obras têm sido comentadas e elogiadas por grandes nomes da Literatura Contemporânea Portuguesa como Mário Cláudio, Miguel Real, Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral, Jorge Velhote, Alberto S. Santos, Luís Miguel Rocha, José Fanha ou Sónia Louro. É autor de três livros de Poesia “Ecos Mudos” (2006), “Post Mortem e Outros Uivos” (2012) e “Metanoia” (2017); três romances “O Último Império” (2012. 2.ª Edição: 2016), “O Evangelho do Alquimista” (2016. 2ª Edição: 2017) e “A Fórmula do Peregrino” (2018); um livro de contos “Os Contos Impossíveis” (2019) e um livro de prosa poética “Manual da Solidão” (2020) - este último mereceu uma resenha crítica nas revistas literárias “Letras Comvida” (2020) e “As Artes Entre as Letras” (2022) por parte da investigadora do CLEPUL (Centro de Literaturas e Culturas Lusófonas e Europeias da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa), Maria Carlos Lino de Sena Aldeia, por esta obra ter sido a primeira desconstrução feita ao célebre “Livro do Desassossego” de Bernardo Soares, o famoso semi-heterónimo de Fernando Pessoa.

COMENTÁRIOS E ELOGIOS

01. Miguel Real (sobre Tiago Moita)
02. Miguel Real (sobre o O ÚLTIMO IMPÉRIO)
03. Luísa Monteiro (sobre Tiago Moita)
04. Luísa Monteiro (sobre O ÚLTIMO IMPÉRIO)
05. Luís Miguel Rocha (Sobre Tiago Moita)
06. Luís Miguel Rocha (Sobre O ÚLTIMO IMPÉRIO)
07. Mário Cláudio (sobre O ÚLTIMO IMPÉRIO)
08. Sónia Louro (sobre O ÚLTIMO IMPÉRIO)
09. Alberto S. Santos (Sobre O EVANGELHO DO ALQUIMISTA)
10. Sónia Louro (Sobre O EVANGELHO DO ALQUIMISTA)
11. Nuno Júdice (Sobre Tiago Moita)
12. Fernando Pinto do Amaral (Sobre o METANOIA)
14. José Fanha (Sobre OS CONTOS IMPOSSÍVEIS)
13. Jorge Velhote (Sobre Tiago Moita)
15. Maria Carlos Lino de Sena Aldeira (Sobre o MANUAL DA SOLIDÃO)
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